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Saiba como proteger-se das doenças e infecções comuns e até muito perigosas nos procedimentos Médicos.

Vocês sabiam que a cada dia os virus, bactérias, fungos, microorganismos e parasitas nocivos aos seres humanos estão cada vez mais resistentes aos medicamentos e aos cuidados médicos?

Isto ocorre pois mesmo uma "gripe" pode sofrer milhares de mutações, o que dificulta encontrar um método 100% eficaz de cura imediata, pois com essa freqüente mudança biológica, as vacinas ficam em constante atraso, dispondo de estudos e investimentos contínuos visando o controle e a erradicação das mesmas.

O caminho mais apropriado para interromper o ciclo de contaminação é fazer "um cerco", de forma a isolar os fatores críticos que propagam estes agentes contaminantes de forma a "prevenir para não ter de remediar", no caso, para realizar tal cerco, nos utilizamos de um procedimento chamado Profilaxia Hospitalar, que em sumo significado, denota "conjunto de práticas e processos de segurança que visam proteger, isolar, assegurar que ambientes e seres vivos estejam livres da exposição, contaminação, inoculação, hospedagem de agentes contaminantes".

Existem muitas causas em que os agentes contaminantes podem ser propagados, o que torna critico seu controle, pois estes podem vir a ser transmitidos não só através de uma simples incisão, lesão, cutânea causada por materiais de procedimentos médicos que estejam contaminados (agulhas, pinças, bisturis, etc.), mas também por ambientes propícios e não estéreis, insetos, ou mesmo pelo ar.

Portanto a profilaxia é hoje um método de se administrar controle sobre estes fatores ambientais, evitando o que comumente se diz por Epidemia.

Esta prevenção pode ser feita através de práticas de simples adoção, mas que infelizmente as enfrentam barreiras para sua implantação, partindo desde barreiras financeiras e falta de investimentos em recursos, até as de falta de informação, o que dificulta e neutraliza a ação globalizada que visaria a erradicação dos fatores contaminantes.

Aprofundando-se mais no processo de "Profilaxia Hospitalar" que consiste em: Limpeza e higienização, desinfecção, esterilização, isolamento e descarte, podemos dissertar:

Limpeza e Higienização
Fazer limpeza e higienização significa certificar-se que local de trabalho e os instrumentais estão livres de partículas de secreções cutâneas ou corpóreas, como sangue, suor, fragmentos de pele, cabelos, pêlos dentre e outros provenientes dos serviços prestados assim também como de fatores externos como poeira, insetos ou restos de alimentos. Todos estes elementos podem servir como "colônias" de proliferação de agentes contaminantes e que se eliminados ajudam muito no processo de cuidado com a saúde.

Desinfecção
É o procedimento onde são o submetidos os instrumentais a agentes de limpeza e processos mecânicos de desincrustração e erradicação de restos orgânicos que normalmente não são possíveis de se remover somente com a escovação manual.

A ação de desinfecção vem promover a pré-letalidade dos microorganismos, onde podemos fazer a limpeza química através da imersão dos instrumentais soluções químicas enzimáticas, álcool 70% e/ou detergentes especiais, ou podemos mecanicamente fazer uso de lavadoras ultrassônicas que através de microvibrações, desempregnam das paredes dos materiais as partículas orgânicas que servem de esconderijo para agentes de risco biológico.
O ideal é que se unam esses dois procedimentos (desde que os materiais sejam resistentes a estes processos).

Esterilização
O processo de esterilização ocorre em equipamentos chamados Autoclaves, com o principio de submeter os instrumentais a exposição de fatores ambientais de temperatura pressão de vapor saturado durante o tempo necessário para a morte dos agentes infecciosos e é o passo mais importante no processo de profilaxia, pois a limpeza e a higienização fazem a parte "grossa e visual" do processo, mas a erradicação minuciosa e concisa dos agentes causadores de doenças e complicações são eliminadas neste procedimento.
Portanto deve-se submeter todos os instrumentos que sejam utilizados para o serviço de saúde a esterilização, pois as doenças usam estes instrumentos como "ponte" entre o corpo "doente" e o "saudável". (Segundo Norma ABNT - NBR 11816/2003 - esterilizadores á vapor com vácuo para produtos de saúde)

IMPORTANTE
Este processo somente poderá ser atribuído a estufas, se o ciclo de esterilização se cumpre integralmente com a porta fechada do equipamento e cumprindo todas as etapas do processo (aquecimento, esterilização e resfriamento) com no minimo 4 horas de processo a uma temperatura de pelo menos 180ºC. Caso contrario, quando fazemos o "abre e fecha" da estufa antes da finalização de todo o processo, podemos causar o inverso da mortalidade dos microorganismos, isto é, ao invés de matar, damos um ambiente mais adequado para que haja a proliferação dos microorganismos. (segundo Norma ABNT - NBR 8156/1995 - estufa esterilizadora de circulação forçada)

Uso de Utensílios Descartáveis
Procure substituir os utensílios que podem vir a se tornar colônias de agentes infecciosos por descartáveis. Toalhas molhadas adoram fungos, bisturis adoram sangue e secreções, parasitas adoram toucas... então a troca destes insumos garante uma proteção mais eficaz da saúde do hospital e dos clientes.
E quando adquirir os itens descartáveis, sempre fique atento a informações descritas no rótulo das embalagens, e em especial verificar se o mesmo está estéril e se o prazo da validade da esterilização ainda esta em vigor.

Normalmente os hospitais usam revestimentos descartáveis, tanto para bancos, mesas de trabalho, cadeiras ou camas e também tocas e capas todas feitas geralmente de TNT ou papel especial.

Isolamento
Tudo aquilo que for estéril, deve ser acondicionado de forma a ficar numa área descontaminada, e os materiais descartáveis devem ser mantidos em recipientes próprios.

Descarte
Devemos ter cuidado em relação descarte de resíduos infecciosos (descartáveis) pelos quais nunca deverão se misturar ao lixo comum ou serem manuseados sem a proteção pessoal adequada, mantendo-os sempre em invólucros especiais e certificados pelos Òrgãos responsáveis e finalmente encaminhando-os para os locais especializados no seu processamento, parâmetros de segurança pessoal (luvas, aventais, tocas, óculos, etc) conforme o setor de atuação e as normas vigentes para o exercício da profissão. Esse cuidado lhe preserva a segurançaa, estendendo-se aos clientes e também seus familiares, amigos e colegas (dependendo da doença e grau de contato).

Existem também procedimentos de prioridade máxima, que normalmente são adotados em casos extremos de pandemia agindo com o processo de quarentena, que consiste em isolar o hospedeiro ou o disseminador do agente contaminante, quando este se refere ao alto grau de periculosidade, isto é, de alto poder de letalidade e de rapidez de propagação, além da resistência aos medicamentos e tratamentos conhecidos. Este procedimento é feito com extrema cautela, pois além de dispendioso, pode causar e pânico na população ao se tratar de milhares de vidas, como foi o caso da gripe espanhola, peste negra etc, assim deve ser analisada a situação com extremo cuidado, pois isto pode contribuir para que o risco se alastre.

Caso venham a ocorrer fatos deste nível de periculosidade, deve-se alertar as autoridades responsáveis, pois quanto mais cedo forem tomadas atitudes pertinentes, mais fácil será a contenção para combater essas ameaças biológicas.

Quantos mais cuidados forem tomados e ações de prevenção implementadas nas rotinas de trabalho de acordo com as normas de saúde vigente, mais facilmente deteremos e erradicaremos as doenças, contribuindo assim para diminuir as taxas de contágio, acidentes e na pior das hipóteses mortes.

 




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